August 24, 2006

tabula rasa

Cansei de ficar escrevendo o mesmo post duas vezes. Como a casa por lá já está minimamente organizada, peço a todos os leitores que, a partir de agora, direcionem seus browsers para o endereço www.solonbro.com, onde espero manter este blog até o fim de seus dias.

Por enquanto, ainda estou apanhando para aprender a mexer em PHP e nas entranhas do K2, então o template ainda deve passar por várias reformulações. Também não tive a oportunidade de testar todas as funcionalidades do blog, então não posso garantir que não haja bugs, e espero que as pessoas avisem se encontrá-los.

Ademais, o blog passa por uma certa mudança editorial que já deve ter sido notada por aqui nos últimos dias: posts tendem a se resumir a questões de tecnologia ou ciência, com eventuais comentários relacionados a jornalismo. Razão pela qual os arquivos daqui, dos tempos do blogspot ou do Insanus não serão transferidos para lá.

Adendo: acho que ninguém por lá entende português, mas acho bom deixar registrada minha gratidão ao pessoal do Blogsome, que permanece oferecendo um serviço de primeiríssima qualidade, gratuito, e ainda com excelente suporte quando alguma coisa não dá certo. De fato, a despedida não é completa, já que continuo escrevendo no PAlegre e no Replay.

August 21, 2006

o fim do jornalismo

Quando trabalhava como redator no Terra, um de meus trabalhos quase que diários era fazer matérias sobre a lentidão do trânsito em São Paulo ao final da tarde. A função se resumia a conferir o mapa de fluidez da CET a cada meia hora, e fazer um update na matéria com os novos dados, a partir de um template já consagrado.

Não poucas vezes, eu reclamava à Larissa que isso era trabalho para macaco, ou que poderia ser substituído por algum script que gerasse os dados automaticamente. Obviamente, esta não era a única de minhas funções que podia ser entregue a um robô, e nem sou eu o único jornalista a já ter passado por situação semelhante.

Pois o pessoal da Thomson Financial, um grupo especializado em informações de negócios, se deu conta de que estava desperdiçando o talento de seus repórteres na criação de matérias contendo apenas dados básicos a partir de relatórios públicos de grandes empresas. Solução? Criaram um programa de computador capaz de escrever as mesmas matérias menos de um segundo depois de os relatórios serem publicados.

Fico imaginando o tipo de gritaria que isso causaria no sindicato dos jornalistas se alguém aplicasse o método aqui no Brasil. Eu, como sou sempre “do contra”, achei a idéia genial e espero, do fundo do meu coração, que a moda pegue mundo afora e este tipo de tecnologia se torne barato e popular entre grupos de comunicação.

August 17, 2006

jurassic park

Quando decidiu instalar um home theater na sala de estar aqui de casa, meu pai resolveu me doar todo o antigo equipamento sonoro que costumava ficar lá. Entre outras coisas, acabei herdando os dois toca-discos da casa e, conseqüentemente, a interessante coleção de discos de vinil dele.

No entanto, também eu deixei de ter saco para lidar com toda a manutenção necessária para que os aparelhos funcionem direito. Ainda mais estando em Porto Alegre, o acesso a agulhas e peças de reposição é algo bastante complicado. Por isso tudo, um de meus sonhos de consumo (e que nunca serei rico o suficiente para comprar ) é um desses ELP Laser Turntable, que usam um laser no lugar de uma agulha.

Mas há uma outra alternativa: o feioso Teac GF-350, aqui resenhado por David Pogue, do New York Times. Ao invés de US$ 15 mil dólares, menos de US$ 350 por um aparelho que transforma seus vinis em CDs automaticamente. Enquanto com o ELP a idéia é poder ouvir vinis com a melhor qualidade possível e sem medo de gastar a mídia, com este Teac a idéia é armazenar os discos em uma mídia digital e, até, transformá-los para MP3 ou coisa parecida para ouvir no computador.

Confesso que fiquei bastante interessado no bichinho. Segundo Pogue, o grande problema dele é a falta de graves ao gravar vinis, provavelmente por causa da agulha barata de cerâmica. Mas se a transformação a partir de uma fonte externa é excelente, nada impede o cidadão de plugar ali um bom toca-discos apenas para esta função. Sim, significa alguns reais a mais e tempo dedicado a renovar um toca-discos abandonado, mas será apenas para que funcione tempo o suficiente para recuperar seus discos.

July 1, 2006

dicas Blogsome II

Bom, no post anterior, o Xinho pediu para explicar como fazer para que além dos guias de navegação para páginas de arquivos e categorias, também houvesse a navegação post por post, para quem usa alguma espécie de RSS.

2. Navegação post por post

Como minha intenção é que, além do copy/paste, vocês se dêem ao trabalho de entender um pouco melhor como funciona o bicho, pensemos juntos: no caso anterior, queríamos que os links de navegação aparecessem no blog inteiro; agora, queremos que ele apareça nos posts individuais. Parece natural, portanto, que ao invés do index.html tenhamos que lidar com o post.html, em Manage -> Files.

Os comandos que precisamos são {next_post_link} e {previous_post_link}, as versões singulares dos comandos que usamos no caso passado. Também como no caso anterior, coloca-se o código onde bem se entender, conforme o lugar que se quiser que os links apareçam nos posts em questão. Quem olhar meus posts individuais verá que preferi colocá-los como a primeira coisa, antes mesmo do <div class="post">.

<div style="float:left;">{next_post_link format="«« %link" link="depois: %title"}</div>
<div style="float:right;">{previous_post_link format="%link »»" link="antes: %title"}</div>
<div class="post">

Como no caso anterior, coloquei uma formatação de float para que cada link fique em um lado do post. O importante de prestar atenção é na notação do texto que aparecerá no link em questão, que é um pouco mais complicada do que no caso da navegação do blog.

Primeiro, o comando: {next_post_link}, que cria o link para o próximo post. Depois, o primeiro parâmetro: format informa, como seria de esperar, em que formato aparecerá o link em cada post. Se você quiser que apareça um texto puro, sem link, coloque ele ali, e depois coloque a variável “%link” onde quiser que apareça o próprio.

O próximo passo, então, é informar o texto que aparecerá com este link: você pode usar um texto fixo, como “próximo post”, ou então usar a variável “%title” que, como pode-se ver aqui neste blog, irá mostrar o título do post em questão. Repita os passos com o {previous_post_link} e, voilà, está pronta sua navegação para posts individuais.

June 30, 2006

dicas Blogsome I

Nos últimos dias, tenho me divertido bastante customizando o template deste blog e, especialmente, do PAlegre. No processo, descobri algumas idiossincrasias interessantes do Blogsome que a maior parte de seus usuários parece ou não se dar conta, ou não se preocupar em resolver. Assim, decidi dedicar alguns posts a contar algumas dessas peripécias, na esperança de que possam servir para outros vizinhos de servidor.

1. Posts antigos
(versão standard)

Até hoje, apenas o Emiliano me reclamou deste fato, mas é algo tão essencial que não entendo como não é padrão nos temas prontos do Blogsome. Olhem ali no sidebar e verão que a categoria “jornalismo” conta, neste momento, com 60 posts. Mas cliquem no link da mesma e só verão as últimas 20 entradas, número máximo de posts por página na atual configuração.

Na maior parte dos blogs Internet afora, ao fim destes 20 posts haveria um link para os “posts anteriores” ou algo semelhante. Mas, até onde eu sei, nenhum dos temas padrão do Blogsome vêm com esta opção no template. E o pior é que é a coisa mais fácil do mundo de resolver. Primeiro, vão em Manage -> Files. O arquivo que deve aparecer é index.html, exatamente o que precisamos. Nele, procurem pela linha

<div id="content">
{$content}
</div>

Achando isto, basta adicionar duas linhas de código e voilà:

<div id="content">
{$content}
{previous_posts_link label="Posts posteriores"}
{next_posts_link label="Posts anteriores"}
</div>

(more…)

March 22, 2006

novo projeto

Como o Douglas e o Cisco já anunciaram, repito por aqui: estou participando de mais um blog coletivo, desta vez sobre esportes. Quem se lembra do Manicaca já tem uma idéia do que se trata, mas dessa vez a empreitada tem mais chances de dar certo já que não terei que levar o bicho nas costas.

De qualquer jeito, isso significa que não terei mais que ficar me auto-censurando quando tiver vontade de falar sobre beisebol ou futebol americano. Deve significar mais uma queda na freqüência de posts deste blog e sua concentração ainda maior em política e assuntos nerd.

February 7, 2006

brinquedo novo

Da última vez que fiz isso, o projeto acabou relegado ao esquecimento. No entanto, repito a possível bobagem de tornar público um blog coletivo antes que tenha um mínimo de conteúdo ou participação alheia. Trata-se do PAlegre, cuja temática deve parecer meio evidente.

Por enquanto, apenas dois autores: eu e dna. Mirella, uma das maiores incentivadoras do projeto, plantonista de Zero Hora e, por isso, encarregada de suprir o blog com um mínimo de conteúdo noticioso. Desnecessário dizer que absolutamente toda ajuda será bem-vinda, ainda mais agora que o Blogsome voltou a aceitar blogs com múltiplos autores.

Quem quiser entrar pro staff (uiuiui), pode deixar o formulário neste guichê. Os que quiserem fazer contribuições esporádicas, mesmo que sejam posts publicados em seus blogs pessoais, também estão mais do que incentivados a fazê-lo. Vou criar um e-mail específico pro blog mais adiante, mas por ora podem usar o que está ali no meu blogroll (só não estranhem se eu demorar um pouco para responder, pois não é minha conta principal). Espero que este, ao menos, dê certo.

December 26, 2005

recesso

A redação deste blog se muda, a partir de hoje, para a filial de praia, em Torres, no litoral Norte do Rio Grande do Sul. Qualquer informação urgente, favor entrar em contato por telefone celular (se você não sabe qual é, provavelmente é porque não precisa). Passem bem. O ano.

November 22, 2005

para blogar

O pessoal do WordPress inaugurou um servidor de blogs gratuitos, utilizando sua excelente ferramenta de publicação. Como ando contrariado com certas limitações aqui do Blogsome, construí um blog por lá para testar uma idéia paralela de longa data, e o veredito é que se trata de uma boa alternativa ao Blogspot.

Na verdade, nada mais é do que uma versão bem limitada do Wordpress. Os templates são limitados a oito formatos pré-determinados, e não se pode mudar muito mais do que a formatação do cabeçalho. Não se pode editar o HTML diretamente, o que significa ter muito pouco controle sobre a sidebar. Não se pode instalar plug-ins, e muito menos pode-se ter múltiplos autores. E o mais curioso, parece não ter como deletar o blog (se bem que isso pode ser bom para pessoas hiperativas e com DDA, como o Emiliano).

Enfim, é uma versão light do Blogsome. No entanto, persistem algumas vantagens em relação ao Blogger, em especial o fato de poder usar categorias. Para quem quer tentar uma ferramenta mais poderosa que a da Google, mas se sente intimidado pela quantidade de opções e configurações do Blogsome, parece uma ótima pedida. Há também a vantagem de não haver GoogleAds, e de se ter um pouco mais de garantia que o serviço não será cancelado de uma hora para outra quando quem quer que seja o responsável pelo servidor achar que a brincadeira não vale mais a pena.

Segundo o blog de FAQ do serviço, há a pretensão de providenciar mais serviços no futuro, talvez com a cobrança de pequenas taxas. No entanto, segundo este post, a proposta do serviço é realmente que ninguém tenha que ficar mexendo em CSS, HTML ou PHP, então pode-se imaginar que este é mais ou menos o formato que irá perdurar.

Infelizmente, para meus projetos paralelos (como o Banana Pundits), é inútil. Continuo batalhando a hipótese de instalar meus blogs e os da Mirella em algum servidor próprio, mas ainda não encontrei um negócio com relação custo/benefício que justifique a empreitada.

November 11, 2005

breves notas nerds

  • O pessoal da Mozilla lançou o Firefox 1.5 RC2. Basicamente, é uma versão que eles acreditam seria a final, mas que julgam ainda precisar de algum tempo de teste por parte de usuários. Eu estou usando a versão 1.5 desde o primeiro beta e posso dizer que o único problema, por enquanto, é a falta de compatibilidade com algumas extensões, em especial a LiveLines.
  • Lembram do rootkit que CDs da Sony instalam sorrateiramente nos computadores de seus usuários? Ele também ataca Macs. Já foi registrado o primeiro caso de um trojan que se aproveita dele. E parece que o dito cujo já rendeu duas ações contra a Sony nos EUA.
  • Centenas, milhares de imigrantes têm tomados as ruas de Paris e arredores nas últimas semanas, incendiando carros e imóveis, enfrentando a polícia e quem quer que se atravesse na frente deles. Como resultado disso, o governo declarou estado de emergência, instaurou toques de recolher e prendeu blogueiros.
  • Más notícias pro pessoal dos chapéus de papel alumínio: parece que seu aparato predileto para se defender de leitores de mente na verdade serve como uma antena para certas freqüências exclusivas do governo norte-americano, bem como sinais de celular, e não parece ter efeito algum sobre ondas de rádio. Mas, como bem notou o pessoal do Slashdot: “can we trust the study, or are They controlling the researchers?
  • Por último, gostaria de chamar a atenção de todos para a família de fontes DejaVu. Em especial à DejaVu Sans, que é a fonte indicada para a melhor visualização deste blog. É uma fonte open-source, gratuita, e que descobri por ser a fonte não-serifada padrão do Ubuntu, distribuição de Linux com a qual tenho mexido (e brigado bastante) ultimamente.

October 28, 2005

ban ‘er

A primeira vez foi com o blog do Bruno: ao abrir a página, o Firefox avisou-me que tinha bloqueado um pop-up. Avisei o sr. Galera, que testou no Explorer, Firefox e Opera, e disse não ter conseguido recriar o problema. Tributamos o acontecido a algum spyware infiltrado na minha máquina de trabalho.

Agora o Francisco informa que também estava sofrendo do problema, cuja fonte foi rapidamente identificada: o NedStat, um contador de visitas. Parece que a empresa teria sido recentemente vendida e, agora, está utilizando o contador para disseminar propagandas por blogs mundo afora.

Fui conferir e batata!: meu blog também havia sido afetado. Um rápido trabalho de manutenção eliminou o código maléfico e, espero, não teremos mais problemas por aqui. A quem ainda tem o dito cujo instalado em seus blogs, recomendo que o apaguem pronto. Espero que meus leitores todos utilizem o Firefox e, por isso, não tenham sido muito afetados pelos problemas. De qualquer jeito, peço desculpas pela inconveniência.

October 24, 2005

repercuta o “não”

O resultado razoavelmente autoritativo do referendo sobre a proibição do comércio de armas está recebendo alguma atenção internacionalmente. Dois dos mais influentes blogs norte-americanos, o Volokh Conspiracy e o InstaPundit, estão com posts sobre a vitória do “não”. Por enquanto, a mídia brasileira parece calma, mas imagino que a segunda-feira trará uma avalanche de artigos, editoriais e análises furadas sobre o significado e os efeitos deste referendo.

No entanto, foi exatamente para situações como essa que o BananaPundits foi criado, para que aqueles que não falam português possam ter uma idéia de como os tais formadores de opinião brasileiros estão tratando estes assuntos. Embora o blog esteja longe do formato que eu espero que ele alcance, acho que o momento é importante o suficiente para tentar fazê-lo minimamente relevante. Para tanto, seria interessante que ele agregasse o máximo possível de informações relevantes nos próximos dias.

Assim, eu e o Francisco fazemos um apelo para todos minimamente interessados e que têm um pouquinho de tempo para ajudar que o façam. O ideal é que nos enviem traduções de notícias ou artigos de fontes de razoável audiência e repercussão, mas qualquer coisa que possa parecer pertinente aos fins do blog, está valendo. A idéia é servir como um agregador de informações produzidas por brasileiros, então indicações de blogs ou artigos alheios também serão muito bem vindos.

Quem quiser ajudar, me mande um e-mail para solonbroARROBAgmailPONTOcom, com “BananaPundits” em algum lugar do título. E passem o apelo adiante.

October 20, 2005

spreading the meme

Via Galera, seguido de menções do Francisco, da Cássia e do A. Rod, aproveito momento de pouca inspiração para posts e demonstro toda minha proverbial falta de cultura, ao analisar a lista dos 100 melhores romances da língua inglesa de 1923 até hoje, publicada pela revista Time. Da lista, li apenas seis:

The Catcher in the Rye - J.D. Salinger
The Grapes of Wrath - John Steinbeck
A Handful of Dust - Evelyn Waugh *
The Lord of the Rings - J.R.R. Tolkien
Neuromancer - William Gibson
Things Fall Apart - Chinua Achebe

*único que li em português, curiosamente em uma bela tradução do Diogo Mainardi

Hoje, estou mais ou menos na metade do Atonement*. Na minha prateleira, para eventual leitura, estão Lolita* (igualmente meio lido), Money*, The Corrections, Lord of the Flies, The Great Gatsby, Portnoy’s Complaint* e To Kill a Mockingbird. Pretendo ler alguns outros, em especial Brideshead Revisited e Gravity’s Rainbow.

Duas coisas me chamaram atenção nesta lista. Primeiro, a aparente falta de livros de terror (digo aparente porque não conheço todas as obras listadas), o que me chama especial atenção em uma lista que prestou referência a folhetins policiais (The Big Sleep e Red Harvest) e quadrinhos (Watchmen). E além disso, noto que foram listados pelo menos quatro romances com pedigree de ficção científica (Neuromancer, Slaughterhouse-Five, Snow Crash e Ubik), todos de soft sci-fi.

Parece que o mundo literário anda precisando de um Stanley Kubrick, que possa fazer na literatura o que o diretor fez pelo terror e pela hard sci-fi com The Shining e 2001. Ou então os críticos ainda precisam se livrar de certos preconceitos literários.

October 17, 2005

being Bruno Galera

Uma de minhas grandes restrições ao iTunes como MP3 player é ter um dos piores algoritmos de shuffle jamais inventados. No entanto, hoje o bicho me deixou tão surpreso que eu resolvi ter um surto bigmuffeano e compartilhar a listagem com vocês:

    1. Depeche Mode - Just Can’t Get Enough
    2. MC Hammer - Pray
    3. Pretenders - Back on the Chain Gang
    4. Bob Dylan - Iris
    5. Boards of Canada - Dandelion
    6. Interpol - Slow Hands
    7. Guns n’ Roses - Rocket Queen
    8. Pantera - Fucking Hostile
    9. Los Hermanos - Cara Estranho
    10. Glenn Branca - Lesson No. 2
    11. Daedalus - Aplomb
    12. Garth Brooks - Two of a Kind (live)
    13. Nirvana - Aneurysm

October 6, 2005

mea culpa

Que idiota. Dois comentários do Laudano e um do Rodrigo estavam nas entranhas do blog, esperando para serem aprovados por mim. Alguma coisa, sabe-se lá o quê, fez com que o script anti-spam do blog os trancasse sem aprovação.

Como, em princípio, comentários nesse blog são liberados para quem quiser fazê-los, até mesmo de maneira anônima, nunca me lembro de olhar a parte onde eles ficam esperando para serem moderados. Pela mesma razão, havia desativado a opção de receber avisos por e-mail quando algum comentário fico preso esperando moderação.

Agora, constatada a burrice deste blogueiro, o problema foi tratado. Como desativar o script anti-spam está fora de questão, ativei o aviso por e-mail e começarei a conferir a área com maior freqüência. Grato por vossa paciência.

September 8, 2005

incentivo

Ele não me deu autorização oficial para divulgação, mas não tô nem aí. Emiliano Urbim agora tem um blog. Atualizem seus blogrolls, e vão lá encher o cidadão de visitas e incentivá-lo a não abandonar o pobre Cappelletti como fez com suas colunas no Terra.

August 31, 2005

posts em inglês

Alguns notaram, outro reclamou. Mas é isso, resolvi voltar a fazer posts em inglês, quando assim tiver vontade. Aos que não gostaram, fica o “alívio” de saber que, embora pareça o contrário, eles deverão surgir com pouca freqüência.

Existem, basicamente, duas situações que me levam a querer escrever um post em inglês: ou trata-se de um assunto com muitos termos que não existem em português, ou trata-se de uma longa citação de uma fonte anglófona. O segundo caso, por exemplo, explica os últimos três posts sobre o furacão Katrina.

No primeiro caso caem posts sobre esportes tipicamente norte-americanos, como baseball, que, a partir de agora, serão todos em inglês. Como tenho certeza que ninguém nunca deu bola para meus posts sobre baseball ou futebol americano, e que o único que lê os posts sobre basquete não se importará se eles estiverem em inglês, acho que ninguém se sentirá lesado por isso.

Ademais, espero não alienar ninguém no processo e, quem sabe, ainda arranjar um ou outro novo leitor. Desde já, agradeço a paciência (e as eventuais correções).

August 25, 2005

only the strong survive

Se não fosse tão caro, ou se eu fosse mais rico, iria.

August 12, 2005

e se?

Estava aqui a pensar com meus botões. Será que se existissem blogs em 1992 como existem hoje não veríamos o mesmo número de pessoas subindo pelas paredes, prevendo o fim da política ou qualquer bobajada parecida? Se duvidar, boa parte da blogosfora apocalíptica estaria prevendo a volta dos milicos.

E, no entanto, aqui estamos, com o primeiro presidente de esquerda eleito em nossa história. Talvez seja impedido, talvez seja reeleito. E a caravana continuará andando, provavelmente fortalecida. O mundo já viu coisa pior, e não houve desastre algum. Não vejo razão para que aqui seja diferente.

August 1, 2005

trackback

Uma ferramenta extremamente útil e interessante, o trackback infelizmente ainda sofre com a ignorância e preguiça dos blogueiros brasileiros. Já é raro encontrar blogs que tenham a opção de usar o dito cujo, e ainda mais raro ver seus donos a utilizá-lo.

Acho que boa parte do problema é a dificuldade de explicar, sem ser na prática, como funciona o trackback. Nos comentários de um post no blog da Lari, tentei explicar o seu funcionamento para o pai dela. Continua parecendo muito mais complicado do que realmente é.

Uma hora dessas, acho que vou traduzir o guia da Movable Type, inventores do trackback, e deixar no meu blogroll. Enquanto o seu uso não se torna mais comum, no entanto, usar “medidores” como o SiteMeter ou o NedStat já ajudam a descobrir quando um post seu é citado por outrem.